Ford Mustang: como funciona a tecnologia da suspensão adaptativa MagneRide

Ford Mustang: como funciona a tecnologia avançada da suspensão adaptativa MagneRide

Ela proporciona maior conforto em retas e desempenho mais firme em curvas, no esportivo que vai de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e chega a 250 km/h

O novo Ford Mustang GT é elogiado em todo o mundo pela dirigibilidade, com o uso de tecnologias que permitem um controle apurado da potência bruta do seu motor V8 de 466 cv. Um desses avanços é a suspensão adaptativa MagneRide, com amortecedores magnéticos que ajustam o desempenho e o conforto de rodagem de cordo com as condições da pista e o modo de direção selecionado pelo motorista.

Os amortecedores MagneRide são equipados com um fluido viscoso eletromagnético e sensores que ajustam instantaneamente o comportamento da suspensão para oferecer a melhor resposta em cada situação. O resultado é maior conforto em retas e um desempenho mais firme em curvas, no esportivo que vai de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e chega a 250 km/h.

O sistema utiliza um óleo viscoso dotado de micropartículas, conhecido como fluido magnetoreológico (MRF). Essas particulas reagem quando um campo eletromagnético é aplicado e mudam a sua viscosidade, alterando o comportamento na absorção de impactos. Outra vantagem dessa tecnologia é o controle preciso que ela oferece, com a variação de intensidade do campo eletromagnético.

Foto: Divugação

Próteses

Os sensores monitoram as condições da pista e os eletroímãs controlam as partículas de ferro suspensas no óleo. O campo magnético é ajustado automaticamente 1.000 vezes por segundo para alinhar as partículas em cada amortecedor. É a mesma tecnologia usada em próteses de última geração de atletas amputados que praticam esportes radicais, como snowboard e esqui. Aplicada principalmente nas articulações de próteses de joelho, ela traz uma reação mais rápida e melhora a absorção de impactos em aterrissagens fortes.

Foto: Divulgação

O novo Mustang tem suspensão dianteira do tipo MacPherson com duplo “ball joint” e, na traseira, adota pela primeira vez um sistema independente Integral Link, melhorando a capacidade de tração e o controle de cambagem. Junto com a tecnologia MagneRide, essa arquitetura garante tanto uma direção empolgante nas pistas como uma rodagem suave e refinada no dia a dia, reagindo automaticamente e em tempo real a cada situação.

Vitor Pereira

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