Odair dos Santos busca ampliar liderança da Trophy na Copa Petrobras de Marcas

Odair dos Santos busca ampliar liderança da Trophy na Copa Petrobras de Marcas

Piloto do Grupo Financial Racing venceu as seis últimas corridas da temporada e planeja ampliar a liderança ainda mais para conquistar o título

A Copa Petrobras de Marcas entra nesta semana na reta final da sétima temporada de sua história. As corridas da sétima e penúltima etapa vão voltar a confrontar os pilotos no circuito de 3.835 metros do Autódromo Internacional de Goiânia (GO) no sábado (18) e no domingo (19), podendo até mesmo apontar seus campões por antecipação – os líderes são Nonô Figueiredo, na classificação geral, e Odair dos Santos, na classe Trophy.

Santos foi o vencedor das seis últimas corridas da temporada na classe Trophy. “O início do campeonato não foi dos mais fáceis para nós. Da metade do ano para cá as coisas começaram a dar certo e o resultado do trabalho começou a aparecer”, diz o piloto do Grupo Financial Racing.

Santos venceu as duas corridas da etapa de Curitiba (PR), em julho. Na etapa de agosto em Mogi Guaçu (SP), comemorou na pista do Velo Città não só as duas vitórias da Trophy, mas também o primeiro pódio geral, sendo terceiro colocado na primeira corrida. Ele repetiu as duas vitórias em outubro, sob chuva em Viamão (RS), na pista de Tarumã, e lidera com 107 pontos, cinco à frente de Patrick Choate.

Estreia na Copa Petrobras de Marcas

Foi em Goiânia que Santos fez sua estreia na Copa Petrobras de Marcas em 2015, antes mesmo de levar a PGG Paraguay Racing para a categoria. Naquela ocasião, formou dupla comAlberto Cattucci e foi décimo colocado com o Chevrolet Cruze da RSports. Em 2016, com o Corolla de sua própria equipe, foi envolvido num forte acidente na largada da primeira corrida e terminou a segunda prova em 14º.

“É uma pista onde tenho boas recordações, como os vários pódios no Mitsubishi Lancer Cup e no Marcas. Gosto muito de guiar em Goiânia”, lembra o líder do campeonato da Trophy. “Espero aproveitar os treinos ao máximo para encontrar um acerto bom. Está difícil competir com os GM, que estão mais evoluídos e têm chassis com uma aerodinâmica diferente. Isso, na pista de Goiânia, faz muita diferença”, pondera.

Vitor Pereira 

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