A trinca da Audi

“Nós vamos incomodar muito vocês durante este ano. Temos muitos lançamentos”. Foram essas as palavras do consultor técnico da Audi do Brasil, Lothar Werninghaus, em um dos eventos promovidos pela marca em 2017.

Ele não estava brincando.

Lothar, cuja participação em qualquer apresentação é uma aula de mecânica, além de excelente profissional é uma ótima pessoa. Um daqueles nomes citados em qualquer apresentação da marca, seja pela maestria com a qual fala dos produtos, seja pela cordialidade no trato com as pessoas. Jamais ouvi alguém dizer que não gosta dele ou tem alguma restrição.

Mas Lothar não brincou mesmo. Somente em 2017 este colunista esteve em três eventos promovidos pela marca de quatro argolas. Lançamento de A3 e Q3 com novos motores, experiência de Linha RS na pista e lançamento do A5. Vamos e venhamos: em menos de oito meses, uma marca só promover três eventos não é pouca coisa. Audi e Renault querem bater recordes.

Eis que se não quando surge um novo convite da Audi. E no dia 17 de agosto estaremos no Rio de Janeiro para…não se sabe. Há quem diga que se trata do Q5 e eu até acredito que seja mesmo, pois ele foi citado em algumas apresentações passadas. Se vier, é mais um produto que a marca coloca em um país que segue vivendo uma crise política e econômica, o que mostra que ou os alemães já tinham planos para cá e não quiseram destruir o cronograma, ou apostam na melhoria do Brasil para os próximos meses. Primeiro: lançar qualquer carro neste momento parece seguir um dos dois caminhos mostrados. Segundo: não há carro da Audi que custe menos de R$ 100 mil. Convenhamos que se trata de um mercado pouco amplo.

Seja qual for o motivo, partiu, errejota.

Na volta eu digo qual é a da Audi.

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